
Suave tortura essa dos pensantes.
Amantes do impossível, o devaneio...
A esses heróis, uma melodia:
Fúnebre e melancólica (densa, mas vazia)
Eis que segue o cortejo solene.
Silenciado pelo pranto do adeus.
Com esforço é possível ver ao fundo
Profano e sagrado juntos a gritar:
Haverás de viver, ó meu caro!
Haverás de cantar, minha cara!
Haverás de ser homem, ó mulher!
Haverás de existir! Viver! Sentir! Amar!
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